Carol,
Era sim! Eu não faria isso com você minha pequena. Por isso, hoje digo, era. Eu queria poder dizer que é, mas nem a saudade, nem a distancia, nem o coração, e muito menos essa situação, me ajudam a dizer mais uma vez que é. Você some. Eu não estou te culpando por nada, sei da sua situação. Sei também que volta, tu disse que voltava. Mas minha pequena, como eu disse alguns dias atrás, você sabia e sempre soube que as chances de ficarmos juntos são tão pequenas que à olhos incrédulos se torna impossível. Eu também sempre soube. E acho que estou começando a ficar cego. O peito aperta e o coração quase já não bate mais. O gosto do nosso permanece em minha boca e meus lábios cortados não pronunciam mais nenhuma palavra. Só o coração fala, mas ele tem falado baixinho, que nos dias que tenho vivido é difícil ouvi-lo. Minha pequena, tenho pensado bastante sobre a gente e me veio algumas teorias de o porquê disso tudo. E a gente sabe da gente. Mas precisamos conversar. Preciso ouvir seu coração, segurar sua mão, quem sabe te curar, talvez te dar um ultimo beijo. Pra poder me despedir e te deixar no caminho que deveria seguir. Pra não te deixar doer. Pra te lembrar que é a flor mais forte… “a mais flor de todas”. E que…
Precisamos conversar.
Não
Eu não disse isso, eu disse que pode ou não ser…
Não! É que não importa quanto tempo passe eu vou continuar amando, e também não importa quem, nem como.
Ah, claro. Sinceramente eu não sei, parei de contar faz tempo.
Sobre quem você está perguntando?
Claro, é só você aparecer mais.